quarta-feira, 12 de setembro de 2012

O Sapo





Há momentos na vida,eu que nós buscamos muitos sonhos e acreditamos,mas,acabamos criando alguns castelos de areia,pois,é como se fosse-mos Sapos,sonhando em um dia virar o príncipe encantado,porém,a verdade é muito distante deste sonho,finalizei esta poesia de madrugada no HU da USP,durante uma pequena insônia!

O SAPO

Quando passo pela porta e lhe vejo,
meu coração, chega a saltar no peito;
Ao te abraçar,envolvo todo infinito,
e assim beijo a vida maravilhosa,

em seu rosto,visualizo a felicidade,
mas...esta alegria não é para mim.
No céu já não vejo mais a Lua,
tudo escuro,ela não está lá.

Agora ela se esconde de mim,
será que a verei novamente brilhar?
Deslizando em minha direção,
o gelo,se fez presente,
tal qual,a adaga...intruza em um coração,

me rasgando a alma,vai avançando;
Destruindo e pisando,na minha ilusão.
O sonho do sapo,acabou!
atirado de qualquer forma,a lagoa voltou;

Sofre,Coaxa à toa,
porquê,já não existe redenção,
agora só lhe resta,o seu mundo,
o único que sobrou...o nada!!!
afinal, ele nunca será o principe.


finalizada dia 09/11/set/2012


Hu USP e CPMN

Nenhum comentário:

Postar um comentário