Há momentos na vida,eu que nós buscamos muitos sonhos e acreditamos,mas,acabamos criando alguns castelos de areia,pois,é como se fosse-mos Sapos,sonhando em um dia virar o príncipe encantado,porém,a verdade é muito distante deste sonho,finalizei esta poesia de madrugada no HU da USP,durante uma pequena insônia!
O
SAPO
Quando
passo pela porta e lhe vejo,
meu
coração, chega a saltar no peito;
Ao
te abraçar,envolvo todo infinito,
e
assim beijo a vida maravilhosa,
em
seu rosto,visualizo a felicidade,
mas...esta
alegria não é para mim.
No
céu já não vejo mais a Lua,
tudo
escuro,ela não está lá.
será
que a verei novamente brilhar?
Deslizando
em minha direção,
o
gelo,se fez presente,
tal
qual,a adaga...intruza em um coração,
me
rasgando a alma,vai avançando;
Destruindo
e pisando,na minha ilusão.
O
sonho do sapo,acabou!
atirado
de qualquer forma,a lagoa voltou;
Sofre,Coaxa
à toa,
porquê,já
não existe redenção,
agora
só lhe resta,o seu mundo,
o
único que sobrou...o nada!!!
afinal,
ele nunca será o principe.
finalizada
dia 09/11/set/2012
Hu
USP e CPMN



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